Erros Papais? - São Roberto Belarmino
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Capa brochura | 16 x 23 cm
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No obstante a comum e difundida opinião entre os fiéis que considero a parte sã da Igreja, data venia, permitam-me respeitosamente discordar dela, sem apresentar neste momento as devidas e completas razões. Aos leitores apresento apenas uma breve satisfação quanto a este ponto: a infalibilidade da Igreja é muito mais ampla do que a infalibilidade, por assim dizer, positiva, declarada e expressa no Concílio Vaticano I do seguinte modo.
“Esta Sé de Sã o Pedro permanece imune de todo erro”.
Este é um tremendo fato dogmático. O alcance da infalibilidade da Igreja, que não é somente a infalibilidade positiva da definição solene de dogmas, é também uma infalibilidade prática, que garantiu ao longo de vinte séculos que a Sé de Pedro permaneceu – e digo mais, permanece – imune de todo erro. Para saber mais, prossiga a leitura.
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Um interessante texto do Card. Manning, a respeito do Concílio Vaticano I, inserido bem a propósito como um prefácio alongado neste volume, alerta-nos para dois deveres. Um, o de nos acautelarmos contra a inflação gnóstica da presunção histórica que é o espírito da heresia; o outro, o de advertir todos os católicos para o fato de que negar a autoridade e a obrigatoriedade do Concílio que o Vigário de Cristo já confirmou em todos os seus atos é implicitamente negar a Infalibilidade da Igreja: e duvidar ou propagar dúvidas acerca dele ou de sua obrigatoriedade é , no, mínimo o primeiro passo para tal negação.