A Perfeita Devoção à Maria – Pe. J. M. Dayet

A Perfeita Devoção à Maria – Pe. J. M. Dayet Espiritualidade Realeza
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A Perfeita Devoção à Maria – Pe. J. M. Dayet

• Pronta entrega •

Capa brochura.   14cm×21cm   64 páginas.   

Editora Realeza


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Sinopse

A Perfeita Devoção a Maria ou a Santa Escravidão – da qual o Bem-aventurado Grignion de Montfort se mostrou Doutor e Apóstolo – é nossa doação total a Jesus por Maria, com o fim de tudo fazer por ela, com ela, nela e por ela, para a exclusiva glória de Deus. O presente estudo desenvolverá essa definição. Ele quer mostrar que a Santa Escravidão é essencialmente uma vida interior e, por conseguinte, uma escola de santificação.

O batizado, que se torna escravo de Maria, não o faz para se revestir de uma marca puramente exterior, mas “para se tornar santo e celeste” (Montfort. O Segredo de Maria, n. 1), ou seja, para realizar com mais eficácia sua união a Jesus Cristo, o que é a perfeição da vida cristã. Se o Batismo é, por sua essência, a vida divina numa alma, a Santa Escravidão – perfeita renovação das promessas batismais – deve assegurar plenamente essa vida divina que a Santa Virgem tem como missão nos transmitir até nossa entrada na glória. É por isso que a Devoção a Maria, tal como é proposta por Montfort, não implica somente um ato de doação total, mas também e principalmente um estado de vida de união.

“Distinguimos, assim, na vida religiosa, o ato passageiro que é o seu princípio: a profissão ou a emissão dos votos; depois o estado religioso, que é o seu desabrochar. Assim, sobretudo, na vida de Nosso Senhor, modelo da nossa, existe o ato inicial da Encarnação do Verbo no seio de Maria, que põe Jesus sob a dependência de sua Mãe, e o estado habitual de submissão a essa mesma Mãe, que durará toda a vida terrestre do Salvador e se prolongará realmente, em certo sentido, por toda a eternidade…” ( . P. H. Guinefoleau, S.M.M., Le Saint Esclavage de Jésus par Marie. Relatório apresentado ao Congresso marial de Québec, 1929, p. 9.)

Igualmente, os escravos de Maria se colocam de início sob sua inteira dependência por um ato refletido, cuidadosamente preparado; em seguida, tencionam viver essa dependência, unidos em tudo a Maria. O que os leva a cumprir suas diferentes ações por ela, com ela, nela e por ela. Estas práticas interiores constituem precisamente a vida de união.

Se a Devoção que preconiza Montfort implicasse só o ato de doação, ela não mereceria seu nome de “perfeita”.

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